terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Pensando que não penso..


"Não estou mais interessado no que sinto
Não acredito em nada além do que duvido
Você espera respostas que eu não tenho
Mas não vou brigar por causa disso"


Eu aqui, em meio a pensamentos conturbados e sentimentos mais conturbados ainda... Tentando encontrar uma resposta que me conceda momentaneamente a satisfação de esclarecer uma dúvida!
Seria mais fácil viver se não fosse possível sentir? Seria mais fácil sentir se não fosse possível se envolver? Seria mais fácil se envolver se fosse possível controlar? Seria... Ou não...
E ai você vem e todas as dúvidas somem por cinco minutos de contentamento perfeito.E me sinto bem assim! Em momentos de paz, de calma, de tranqüilidade plena e certeza absoluta de que dois mais dois pode dar o resultado que quiser se você estiver ao meu lado...
Tempo? Esse não é muito relevante em relação ao que sinto... E sinto... E pretendo sentir, apenas isso... Sem noção de tempo!
Mas acabei tendo um encontro de frente com o passado! Percebendo que preferi por muito tempo me segurar em algo inexistente...E enquanto ouvia aquela canção, as lagrimas que molhavam as folhas as quais sempre rabisquei, desmanchavam-se, esvaindo em dor, de alguma forma atingindo o mais profundo e sincero de mim! Mas tive que criar coragem de seguir em frente. Enfrentei meus temores e deixei-o ir... Ou não... Não sei!
E inesperadamente encontrei-me com o presente! E vi que por muito tempo o passado prevaleceu em minha mente! E agora que ouço aquela canção, nenhum momento a dor me vem. E por nenhum momento as lágrimas que rolam são algo que me incomodam... Ainda dói, mas não vale mais a pena! E minhas lágrimas vêm junto à certeza de tempos que não quero mais pra mim!
E era para ser simples deixar fluir como tanto se pensou que seria fácil, mas controlar o que não se controla é impossível demais pra alguém que almejou tanto e ponderou tanto pelo equilíbrio!
Tudo me tira a paz! E me tira o sono! E me tira o pouco da sanidade que resta... Tudo me perturba me incomoda, me acerta e me erra. Me advinha!
E me sinto bem assim! Em momentos de turbulência, de total descontrole e incertezas de que as decisões tomadas são as que trarão as conseqüências mais amenas se você estiver ao meu lado...
Espaço? Esse é menos relevante em relação ao que sinto... E sinto... E pretendo sentir, apenas isso... Sem ter que me incomodar com o que seria realmente necessário!
E acabei tentando me encontrar com o futuro! E não consegui enxergar um palmo diante do nariz... Não consegui ter noção de tempo, criar desculpas, perceber momentos, pessoas... Não consegui me ver...Mas... Seria assim, tão simples como sentir que tudo é certo, que nada de ruim nos acontecerá, que você estará sempre ali segurando a minha mão... Seria simples assim! Ou não...


De tanto falarem que escrevi difícil no último texto e que gastei demais meu português, que usei analogias, manerei dessa vez.. Está e não está intendível, mas aaaaaah..vocês entendem.. se não entendem, não tem problema, "o importante é que emoções eeeeeeeeu viiiiviiiiiiiii"

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Nua e crua.. mas sempre lírica


Remexendo minhas coisas, vi quantos filhos as minhas tristezas e alegrias já geraram. Emoções, lembranças, desabafos, projetos... toda espécie de escrita já brotou de minhas mãos. E o prazer que isso me causa é inebriante!
Diante disso é assustador e honroso perceber a minha paixão pelas palavras. A segurança de ter um confidente sigiloso e o fato de saber que nos meus momentos diante duma caneta e de um papel, ou sentada em frente ao computador crio uma relação de mim comigo mesma, onde ninguém consegue me desviar do meu eu, nada pode corromper minhas idéias, isso me deixa confortável e tranqüila de minhas conclusões posteriores a cada produto final.
Devo confessar que a minha face escrita é análoga à minha face comumente vista por qualquer um. Não por que escrevo um personagem, mas por viver, quase que invariavelmente dentro de pudores e regras que me solidificam como alguém que devo ser, mas que nem sempre quero ser.
As entrelinhas da minha vida são um pouco mais profundas que todos os oceanos empilhados e talvez mais extensas que a linha do Equador. E só aqui, só assim me liberto, me permito e me conheço. Não me confino dentro de mim mesma, me expando, me dilato num horizonte que às vezes nem me compete, mas ainda assim desenho em mim bandeiras de possibilidades, torno meu querer vivo e licito, faço de mim chances e desejos, faço o que quero mesmo quando não posso.
Vivo sem rédeas, sem concessões ou indeferimentos.
Sou nua e crua, mas sempre lírica.
Na verdade só aqui sou real.
Vivo num mundo imaginário e num cenário conjuntamente construído e só debruçada em folhas e letras me sinto em casa, me sinto em mim.

Clichês - Sabrina Sam


Nada que eu tenha na cabeça se traduz naquilo que eu
boto no papel
Eu tenho medo que se perca e se transforme em algo
rimado com céu
Eu conto as horas no relógio e escrevo quase um milhão
de clichês
Eu jogo tanta coisa fora e ponho a culpa nas palavras

Ah! Agora é tarde demais
Eu já to cheia demais
De tanta hipocrisia
Eu tenho tanto à dizer
Não sei o que escrever
Eu vou partir pra briga

Vou brigar comigo mesma
Escrever na página inteira
Eu já to de saco cheio de não poder dizer
Vou brigar comigo mesma
Rabiscar a página inteira
Eu já to de saco cheio de não poder dizer

Nada que eu tenha na cabeça se traduz naquilo que eu
boto no papel
Eu tenho medo que se perca e se transforme em algo
rimado com céu
Eu conto as horas no relógio e escrevo quase um milhão
de clichês
Eu jogo tanta coisa fora e ponho a culpa nas palavras

Ah! Agora é tarde demais
Eu já to cheia demais
De tanta hipocrisia
Eu tenho tanto à dizer
Não sei o que escrever
Eu vou partir pra briga

Vou brigar comigo mesma
Escrever na página inteira
Eu já to de saco cheio de não poder dizer
Vou brigar comigo mesma
Rabiscar a página inteira
E falar muita besteira pra depois esquecer...

domingo, 4 de janeiro de 2009

My happy ending(legendado) - Avril Lavinge

Sem definição interna


Em tudo na vida há dois caminhos
Em cada passo, duas opções distintas
Em cada pensamento, um objetivo diferente
Toda vez que chega as férias é o mesmo pórre! Me canso de fazer nada, me estresso até mesmo por respirar. Tá, tá, eu sei que sou estranha! ¬¬
Eu nem sei porque estou assim, também não sei porque tem tanta gente se importando com problemas que não os pertence. Droga. Não sei nem porque estou postando isso aqui.

“Eu não tenho medo de nada
Só preciso saber que posso respirar
E não preciso muito de nada
Mas de repente... de repente

Eu sou pequena
E o mundo é grande
Tudo ao meu redor está se movendo rápido
Rodeada por tantas coisas
Mas de repente... de repente

Qual a sensação de ser
Diferente de mim
Nós somos os mesmos?
Qual a sensação de ser
Diferente de mim
Nós somos os mesmos?
Qual a sensação?

Eu sou jovem
Eu sou livre
Ma eu fico cansada e fico fraca
Eu me perco e não consigo dormir
Mas de repente... de repente”

How does it feel(tradução) – Avril Lavigne