segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Certas coisas a gente aprende com a vida


Perder amigo, apaixonar-se, ser só
Ser importante, ter importância e assim pensar
Retornar, reaprender, não se queixar...
E o tempo!

Decidir e viver
Viver e errar
Errar e lastimar
Retornar, reaprender, não se queixar...
E o tempo!


Errar e se desculpar
Desculpar e perdoar
Perdoar e retomar
Reaprender a não mais se queixar...
E o tempo!


Procurar por perfeição
Lutar pela igualdade
Despertar da ilusão
e alusão de ser quem não se é
E o tempo!


Medir a constipação de palavras
Colocar o óculos da realidade
Ingerir a cápsula dos sentidos
Perceber que o remédio vira veneno
E o tempo!


Tempo de importar-se
Tempo de entender-se
Tempo de perdoar-se
Tempo de sentir-se
Tempo de ser
O tempo do agora



And here we go again!!!
Beijos da Samurai

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

“Vivendo e aprendendo a jogar, nem sempre ganhando, nem sempre perdendo mas, aprendendo a jogar”



Tive mais uma sessão de terapia hoje e dessa vez quase não falei e não foi só por eu estar afônica(de novo!), mas por ser um dia de análise de textos.

Semana passada entreguei à minha minha psicóloga meus textos do "Páginas de um diário sem tabulação" para que ela tivesse uma noção de como escrevo. Bem, nosso tratado foi trabalhar um capítulo/post por sessão.

Meu
primeiro texto foi publicado em 2008 e dali houveram alguns grandes insights, muito mais significativos do que eu acreditaria poder exister, mas gosto disso e sinto que realmente estou me encontrando no mundo psicanalítico. Adoro as metáforas, adoro as analogias... adoro o simbolismo!
Mais uma vez eu pensei...

Agora pouco li o texto "A morte devagar" de Martha Medeiros no Traços de um homem. Se antes eu pensava estar morta, agora acredito que sou uma morta-viva. Tenho características apontadas por Martha como de um defunto, mas me vejo em diversas coisas de seres vivos, muitos deles que eu já não fazia mais e agora faço. Como já dizia Elis Regina, “Vivendo e aprendendo a jogar, nem sempre ganhando, nem sempre perdendo mas, aprendendo a jogar”. E assim é a vida.

And here we go again!!!
Beijos da Samurai

domingo, 29 de agosto de 2010

Terrível perceber o quanto tudo tende à piorar sempre. Ontem me sentia bem, hoje me vejo mais distruída do que antes. Sinto e percebo o quão infeliz estou vivendo e a única coisa que quero é sair daqui.
Quero acordar sozinha ao invés de acordar e me sentir assim embora não esteja. Quero fazer minhas refeições acompanhada pelo vazio e não pelo individualismo. Prefiro ser sufocada pelo nada do que pelo silêncio (in)existente.
Perco o poder da minha voz tentando lutar pela paz que não tenho. Meus olhos já ardentes confessam a angústia de ser quem eu sou e aclamam por mudanças que nunca acontecerão.
Tracei em minha mente um grande plano de fuga: Meu plano de sobrevivência. Consiste em me fazer sólida em um lugar que não conheço e permanecer ali... ser apenas estática, atrair apenas o que me faz bem, o que não incomoda, atrair o nada, o vazio, a solidão.
Esgotei do "tentar ignorar" ou do "fingir que não aconteceu nada", pois se assim fosse, nada existiria, nada incomodaria.. nada seria.

And here we go again!!
Beijos da Samurai

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Fiz o trabalho de Kung Fu do meu irmão oO

Chego em casa e a primeira coisa que eu ouço: "tem um trabalho do kung fu, faz pra mim?"

Uooow, faço minhas coisas e mais essa?

Ok, só fiz porque é um tema interessante! hauaha.. era pra montar uma didádica de aula para crianças de 3 á 13 anos e explicar o "por que?" dessas escolhas.

Roteiro abaixo


Objetivo geral:

Criar um plano de atividades para alunos


Objetivos Específicos:

Desenvolver atividades que promovam maturação psicomotora de acordo com a classificação da faixa etária, sendo elas aplicadas de maneira dinâmica; Dectatar as maiores dificuldades dos alunos e suas facilidades; Aplicação da disciplina em sala de aula e auto-controle.



Pensando em desenvolvimento motor deve-se criar um plano de atividades voltadas para cada idade específica frizando sempre a individualidade de cada aluno.

Do final da primeira infancia(até os 3 anos) até a segunda infância(3 aos 6 anos) devem ser trabalhadas atividades motoras partindo do lúdico, ou seja, por intermédio de brincadeiras. Trabalhar a imaginação é essencial nesta fase e capaz de modificar a criança em diversos aspectos de seu dia-a-da e convivio biopsicosocial.(bio=corpo, psico=mente, social=meio em que vive, comunicação com as pessoas e desenvoltura, carisma).

Um método para trabalho seria o uso da música como motivação para que as crianças realizassem os exercicios de aquecimento, que devem ser diferenciados do aquecimento aplicado em adultos. A escolha da música altera o resultado esperado pelo instrutor, como por exemplo: as sinfonias de Beethoven possui bruscas mudanças da tristeza para a extrema euforia, o que leva os alunos, ainda que inconscientemente(sem que notem) à mudarem seu comportamento e até mesmo sua disposição física, tendendo então á desistir de algo mais rápido ou se sentir incapaz de realizá-lo, podendo então dizer que ele não recebeu a motivação extrínseca(motivação que o meio que oferece) para prosseguir.

Após a escolha da música, o ideal seria trabalhar o aquecimento respeitando seus limites e tentando dar o máximo de atenção individualizada, visto que nem todos têm as mesmas capacidades e desenvolvimentos, ainda que todos tenham as mesmas idades. Sempre usar frases como "vamos lá, eu sei que vocês conseguem melhor do que eu!", elogiá-los como um todo ao invés de elogiar apenas uma criança, para que as outras não se sintam inferiores e ao notar que alguma criança tem mais dificuldade, ajudá-la fazendo o movimento ao lado dela e pedindo para que ela repita depois. O resultado pode nem sempre ser o melhor, mas ainda assim faz-se necessário o elogio e ficar atento para saber se isso é um atraso no desenvolvimento dela, mas algo normal ou se já é algo à mais, podendo ser considerado uma patologia.

Se for necessário chamar atenção de algum aluno, deve ser feita de maneira na qual não afete sua alto-estima, pois se for afetada, as condições de individuo da criança são rebaixadas e isso pode lhe causar trauma, ser motivo de piada pelos demais alunos e medo de seu instrutor.

Após o aquecimento, poderia-se começar o ensinamento dos sete movimentos e a ordem ao comando, onde será ensinado postura e as posições básicas para o treino.

A adaptação da linguagem para com as crianças é necessário para que elas entendam de maneira lógica e internalizem a idéia e possam reproduzí-las novamente quando necessário.

Ter uma classe disciplinada depende unicamente da empatia entre os alunos e o instrutor. Se o instrutor souber ser congruente com o aluno, ele criará confiança e respeito pelo mesmo.