quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Darvin - Pensa em Mim
Inspiração dos meus sonhos não quero acordar
Quero ficar só contigo não vou poder voar
Pra que parar pra refletir se meu reflexo é você?
Aprendendo uma só vida, compartilhando prazer
Por que parece que na hora eu não vou aguentar?
Se eu sempre tive força e nunca parei de lutar?
Como num filme, no final tudo vai dar certo
Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto
Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz...
O que eu quero te dizer
Vem pra cá,
Pra ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo
O tempo que passamos juntos vai ficar pra sempre
Intimidades, brincadeiras, só a gente entende
Pra quem fala que namorar é perder tempo eu digo:
Há muito tempo eu não crescia o que eu cresci contigo
Juntos no balanço da rede, sob o céu estrelado
Sempre acontece, o tempo pára quando eu tô do seu lado
A noite chega eu fecho os olhos e é você que eu vejo
Como eu queria estar contigo eu paro e faço um desejo
Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá,
Pra ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo (4x)
Mais uma vez que te amo...
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Respondendo Meme!! ^^

Aeeeeeeeeeee, há quanto tempo eu nãor ecebia um Memê, hein?? ^^
Queria agradecer Mara Rúbia do blog Nada Mais Que Eu Mesma pela indicação deste Meme.. obrigada flor ^^
Regrinhas!!!
1. Exibir a imagem do selo "Vale a pena acompanhar esse blog!" que você acabou de ganhar, com o link do Blog de quem indicou e um link do criador do Meme.
2. Escrever as regras em seu blog.
3. Indique no Mínimo 5 blogs e coloque os links de seus indicados no final do post.(O limite máximo de indicações de blogs cada um determina conforme achar conveniente)
4. Avisar a pessoa que você a indicou, deixando um comentário para ela.
5. Conferir se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.
6. Responder as perguntas abaixo:
1) Por que resolveu criar o blog?
Resolvi porque sentia uma grande necessidade de expôr o que sinto de forma na qual eu entenda por completo e talvez outras pessoas que possa não estar passando pelo mesmo que eu, mas que ao menos se identifiquem. Pelo menos era o que eu gostava que acontecesse comigo quando não estava bem, entrar em um blog e ler algo na qual eu me identificasse em algum trecho. Dá uma sensação de que você não está só.
2) O que te dá mais prazer em blogar?
Passar meu recado com sentimentalismo e ler os comentários de pessoas que se sentiram forte ao encontrar a solução do seus problemas quando leram os meus e compatilhar isso depois.
3) Qual o assunto que você mais gosta de postar?
Vários, mais principalmente tristeza..hauuhaa.. só quando estou mal que tenho inspiração
4) Por que escolheu esse nome para o blog?
Porque é meu apelido xD
5)você costuma visitar outros blogs?
Sempre!!
Segue abaixo a lista dos blogs aos quais eu repassarei o meme:
Beleza Pura
Alone in the Dark
Jornal da Lua
Sonhos
Divã Rosa Choque!
domingo, 13 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Apenas em meu caderno
Noite passada, parei para pensar em algumas coisas, obtive algumas respostas, mas outras insistem em ecoar.
Desde peq
uena sou cobrada quanto á minha forma de ser e agir. Desde que me conheço por gente ouço pessoas me dizendo que sou um tanto fria e indiferente, que não se demonstrar afeto algum, me tranco em minhas idealizações e não deixo ninguém participar dos meus sentimentos, saber o que meu coração sente até então.
Me recordo de “páginas de um diário sem tabulação” e analiso.
Na minha infância, sempre fui muito próxima á minha família, em especial, da minha mãe. Eu não tinha preocupações e poucas vezes precisei chorar por uma terceira pessoa. Minha mãe sempre estava lá.
Minha adolescência foi não foi muito fora do padrão de qualquer outra garota, com exceção de algumas determinantes que fizeram parte da vida de algumas outras, estas, tidas como anormais ou estranhas. Não me envergonho disso.
Sempre tive uma rotina excêntrica e nunca fui de ter muitos amigos, eram poucos e selecionados, além de que nenhum deles sabia ao certo que eu era, aliás, nem eu mesma sabia. Contava um pouco sobre o que eu fazia, como era minha escola, mas nunca entrei em detalhes da minha vida pessoal, cogitava isso de mim, não encontrava um motivo real pra falar de mim, aliás, quem se importaria?
Me perdi nesse tempo e não sabia como confiar nas pessoas. Todas me pareciam mesquinhas ou eu tinha impressão de que elas jamais se interessariam em ouvir sobre o que eu
era e nem nada do tipo. Me tranquei em mim mesma.
Agora eu tenho vinte anos. Faço faculdade, sou elogiada quanto ao meu estágio, minha família sofre alguns conflitos, mas nada que outras famílias também não sofram, tenho amigos maravilhosos, namorado... mas ainda não me sinto plena.
Tenho dificuldade de me expressar, só consigo aqui e muitas vezes, as coisas que mais preciso falar não saem de outra forma, então, as escrevo e guardo. Parece tolice escrever e guardar, afinal, assim ninguém lerá, não faz sentido para muitas pessoas, mas eu não me sinto confortável de me expor desta forma.
Escrevi muito hoje enquanto aguardava minhas clientes. Estava lá, na sala de espera dos estagiários, estava apenas eu e o japonês do quinto ano. Ele parecia não estar bem, um tanto alienado sem conseguir escrever o resumo de sessão e eu ali, escrevendo compulsivamente algumas muitas páginas no meu caderninho da Pucca( sim, eu sou um tanto fechada e difícil de lidar, pareço bruta na maioria das vezes, mas também tenho meu lado “menina”).
Não sabia ao certo o que queria escrever, apenas escrevi. Não tinha um foco ou tema, mas precisava. Era uma coisa presa na garganta.
Escrevi contos, fábulas, vivências, parábolas e até um projeto de artigo pra TCC.
Minhas mãos tremiam e minha cabeça estava á mil. Sentia que se, de alguma forma eu não tirasse essa coisa que estava presa em mim, jamais conseguiria voltar para casa e agir normalmente, não conseguiria nem sequer sair dali, precisava aproveitar o momento de inspiração e silêncio para desabafar, e apenas aquele caderninho sabe o que tenho a dizer, é o único que sabe como estou, poderia transmitir o que é em um resumo.
Talvez seja essa a palavra que melhor descreva meu estado. Me prendo pela aparência para que ninguém perceba o que tenho por dentro. Volto á minha adolescência e ao diário.
Não quero fazer disso um drama, mas parece ser o rumo que está tomando, pelo menos aqui, mas agora não estou me importando com conseqüências, com o que podem pensar de mim por escrever isso ou se depois vão vir me perguntar se possuem alguma parcela de culpa por eu estar dessa forma, apenas quero aliviar um pouco e, já que não posso escrever neste blog tudo o que escrevi no caderno, faço uma prévia para quem possa algum dia vir á lê-lo.
Ao escrever este post, ouço a cantora Pink. Sempre me identifiquei com suas letras, comentei várias vezes aqui que ela fala por mim em muitas músicas. Agora está tocando uma que eu não havia prestado atenção na letra, mas agora a ouço cautelosamente. Por que tem que ser assim?
“Quando as minhas lágrimas começam a cair
Eu espio o que há por trás dessas paredes
Eu penso, ninguém sabe
Ninguém sabe, não
Ninguém gosta
Ninguém gosta de perder a voz interior
A que eu usava antes para ouvir sobre minha vida
Faço uma escolha
Mas eu penso, ninguém sabe
Não, não
Ninguém sabe
Não
Baby
Oh o segredo está seguro comigo
Não há nenhum lugar do mundo que eu pudesse ser
E baby não sinta como se eu estivesse totalmente só
Quem vai estar lá depois que o último anjo voar
E eu me perdi do caminho de casa
Eu penso, ninguém sabe, não
Eu disse, ninguém sabe
Ninguém se preocupa
Isto é ganhar ou perder, não como você joga o jogo
E a estrada para a escuridão tem um caminho
E sempre sabe meu nome
Mas eu penso, ninguém sabe
Não, não
Ninguém sabe, não, não, não, não
(...)
Ninguém sabe
Ninguém sabe o ritmo do meu coração
O que eu faço quando estou mentindo na escuridão
E o mundo está adormecido
Eu penso, ninguém sabe
Ninguém sabe
Ninguém sabe, apenas eu
Eu”
Nobody´s know - Pink
Não quero que minha história termine assim, também não quero que me pressionem, não quero nada além de paz, nada além de meu tempo de atender meus clientes sem que alguém cometa uma falta e eu corra o risco de sujar meu nome na clinica, nada além de um tempo para meus afazeres... nada além de um tempo para me conhecer e saber o que eu tenho em mente para mim, saber quem eu sou e onde posso encontrar de novo o caminho para casa.
And here we go again!!
Beijos da Samurai
sábado, 29 de agosto de 2009
Procura-se meu soldadinho de chumbo? Não mais!
(publicado no blog dia 24 de março de 2009)
Dentre tantas noites que passei acordada, me recordo de uma em especial, que gostaria de passar para as folhas deste diário. Terça-feira, dia 3 de setembro. Uma noite fria e deprimente. Olho por uma pequena fresta da janela e vejo a chuva caindo, a vejo sendo arrastada pelo vento e sendo levada-a para tão distante de mim...
Do outro lado do meu quarto, na parede, vejo figuras sendo formadas por sombras, e próxima á elas, encontro uma pequena bailarina. Aquela tão frágil bailarina ganha vida e torna-se o centro da minha penteadeira. Sua graciosidade me fascina e me prende a atenção por alguns instantes. Me lembro de quando eu era criança e minha mãe lia contos para mim, dentre eles, a do soldadinho de chumbo. Logo, fantasio.
Onde estaria ele? Por quê não está aqui? O quão feliz essa bailarina poderia ser caso ele aparecesse? O quão feliz essa bailarina poderia ser com esse encontro? Por mais quanto tempo ficariam separados?
Me projeto nessa bailarina. Como eu gostaria de um dia dançar em frente de três grandes espelhos, embalada á uma doce melodia e um dia, talvez, encontrar meu soldadinho de chumbo.
A tempestade e o frio só me fazem perceber o quão só me encontro. Nem mesmo a lua me faz companhia, ela se esconde por detrás das nuvens, num misto de simpatia e timidez.
Meu coração continua á pulsar, mas não emite mais nenhum som. Apagaste de toda minha vida, eliminaste dos meus desejos, bloqueaste minhas emoções.
Não perco minhas esperanças e nem meus sonhos de menina. Idealizo minha vida como se fosse uma incansável busca da felicidade... uma felicidade que talvez esteja chegando junto ao meu soldadinho de chumbo.
Passaram-se 5 meses e agora comento sobre este post.Escrevi esse texto quando eu estava perturbada internamente, de forma que nem ao menos eu sei como explicar.
Hoje em dia eu vejo o progresso, vejo o quanto mudei e em que pontos eu consegui atingir meus objetivos.
Aqui, minha vontade era de expor minha melancolia, minha tristeza que reservei apenas para mim e mais ninguém. Meu eu era o mais particular de todos, o que possui mais espaço e por isso, parecia ser mais intenso, mais confuso e mais abrangente.
Hoje é sábado, 29 de agosto. Foi um dia um tanto convencional, com alguns minutos de estresse extremo, porém, não deixo que isso me afete á ponto de perder a minha linha de raciocínio.
Acordei cedinho, olhei para a parede e as persianas faziam seu sombreado de maneira graciosa, perfeita. Não notaria esse tipo de coisa em outro dia da minha vida, mas tudo indicava que seria um dia perfeito, o dia em que minha inspiração retomaria e minhas linhas fluiriam com a mesma forma de há tantos anos.
Caminhando para a faculdade, me pego pensando mais uma vez em como estou. Passei por inúmeras metamorfoses nesses últimos meses e me perdi! Não reconheço a Sam de antes e muito menos a atual. Não consigo entender o que foi bom e o que foi ruim, acredito que minhas transformações tenham sido todas boas, mas ainda não me habituei.
Foi nessa caminhada que me lembre do texto do soldadinho de chumbo!
Uma das minhas maiores queixas até então era sobre exatamente sobre isso, o fato de minha vida ser uma enorme “coisa”, uma mutação atrás da outra. Me sentia abatida quanto á isso e conseguia pensar em outra coisa. Queria a felicidade, mas não achava o caminho, não sabia a poção mágica e gostaria de criar uma... mas por onde eu começaria?
Mas parando agora para refletir, vejo o quão bom me foi.

Cresci, amadureci, aguardei, meditei e agora sim encontrei a felicidade!
Me sinto plena, me sinto repleta, me sinto transbordando todos os tipos de afeto.
Meu soldadinho de chumbo por fim apareceu e pode me mostrar como caminhar aos melhores lugares, á encontrar minha felicidade escondida de mim mesma. Sim, eu a tinha, apenas não conseguia senti-la, isso porque não queria, me feria cada vez que pensava nas alegrias, pois dentro de uma delas, sempre tinha um grande vazio, o de não estar situada sobre o que eu realmente era.
Agora afirmo sobre a bailarina. Não só me projeto nela, mas sou ela!
Sinto a leveza do meu corpo enquanto danço ao leve som do piano, não há mais ventania, chuva ou trevas lá fora, a tempestade já foi embora.
Me pego e apego ao meu soldadinho e, daqui pra frente, escreveremos em contos nossas histórias e vivências. Transformemos de momento as inadequabilidades em lições, cogitaremos então, cada experiência de uma bailarina e o tão esperado soldadinho de chumbo.
And here we go again!!
Bjus da Samu
